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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Novo album do Journey


Journey – Eclipse [2011]

Após um álbum que satisfez a maioria dos fãs (Revelation), mas soou um tanto quanto previsível a ouvidos mais críticos, o Journey está de volta com Eclipse, segundo álbum a contar com o filipino Arnel Pineda nos vocais. As prévias – incluindo cinco músicas tocadas ao vivo em shows, recentes, incluindo o Brasil – já apontavam para um disco voltado para as guitarras, com um clima mais sombrio. E a impressão se confirma durante a audição completa do disco, que conta com várias faixas que ultrapassam os seis minutos de duração. Aí que entra o lado polêmico da questão, já que os conservadores poderão ver um grande problema nessas novas investidas.

O play já abre com a ótima “City Of Hope”, misturando as tradicionais melodias com um groove de primeira, cortesia do ótimo baterista Deen Castronovo. Em “Edge Of The Moment” brilha a estrela de Neal Schon, guitarrista pouco reconhecido, mas um grande em sua função. Após uma intro climática, “Chain Of Love” ganha peso e vigor, embora peque na falta de uma melodia mais fácil. Hora do primeiro momento calmaria, com “Tantra”, que vai fazer o ouvinte lembrar algum som com a entrada de teclado bem lugar comum. Mas trata-se de uma bonita canção, com Arnel mostrando que sua missão é ser Steve Perry o máximo possível.

“Anything Is Possible” mantém o clima de calmaria, embora não seja uma balada. E aqui sim, temos melodia e refrão muito bem construídos, em um dos melhores momentos. Mas a coisa volta ao padrão comum em “Resonate”, que não chega a ser ruim, mas é totalmente sem graça. Uma introdução mesclando um violão doze cordas com a guitarra dá um clima todo especial para “She’s A Mystery”, que em sua parte final ganha uma injeção de peso, com belo riff de Schon. A coisa melhora de vez em “Human Feel”, Hard Rock dos bons, com uma levada explosiva, destacando a bela sincronia dos músicos.

Um sopro do passado surge em “Ritual”, com seu estilo festeiro e refrão cativante. “To Whom It May Concern” é aquela balada cheia de sacarina, trilhando o caminho mais melado possível. Chega a lembrar muita coisa que sua tia-avó escuta naquela FM de última categoria. Dá até pra imaginar o Gezisvágner do gás dedicando pra Josicrêude com todo amor e carinho. Na seqüência “Someone”, AOR de responsa, dá uma melhorada, figurando entre as melhores do play. Para fechar, a instrumental “Venus”, mais curta de todas, com outro show particular de Neal Schon.

Eclipse é um belo disco do ponto de vista técnico. Mas se ressente da falta justamente daquilo que transformou o Journey em uma banda gigante: as melodias fáceis e cativantes, capazes de agradar desde os ouvintes de rádio até a turma mais radical. Dava para ter feito isso conciliando com essa sonoridade menos ‘alegre’. De positivo, a qualidade superior dos instrumentistas e Arnel se saindo bem naquilo que lhe foi pedido, ou seja, imitar Steve Perry. Aguardemos o feedback dos fãs. E eu sigo imaginando o que Jeff Scott Soto poderia ter feito.

Nota 6

Arnel Pineda (vocals)
Neal Schon (guitars)
Ross Valory (bass)
Jonathan Cain (keyboards)
Deen Castronovo (drums)

01. City Of Hope
02. Edge Of The Moment
03. Chain Of Love
04. Tantra
05. Anything Is Possible
06. Resonate
07. She's A Mystery
08. Human Feel
09. Ritual
10. To Whom It May Concern
11. Someone
12. Venus

FONTE: BLOG VAN DO HALEN

terça-feira, 17 de maio de 2011

Detonautas faz uma versão em português de Back in Black do AC/DC

Tico Santa Cruz divulgou neste domingo, pelo seu Twitter, a versão que os Detonautas fizeram para a música "Back 'n' black", do AC/DC. "Óbvio que é perigoso mexer com clássicos, mas nesse caso, resolvi arriscar. Com todo respeito a história do Ac/DC e aos fãs da banda, que tenho certeza, compartilham da mesma opinião. Se usássemos uma base criada por nós perderia completamente o sentido", escreveu em seu blog.

A versão em português da música, escrita por Tico, tem versos que dizem que "querem jovens idiotas pro futuro da nação" e que "com esses moleques retardados, criado em shopping / todos afetados, cérebros de brócolis / dizem que isso é rock, isso não é rock não".

Detonautas Roque Clube - Back 'n' Black - AC/DC by Detonautas Roque Clube

Considerações sobre o ocorrido:

1) Me fez sentir saudade da versão da Shakira...

2) Quando ouvi, tive a impressão de estar escutando uma versão do Gabriel O Pensador. Ficou um rap com "Back In Black" sampleada.

3) Acho engraçado o Detonautas atacar tanto a cena atual, sendo que eles têm responsabilidade direta nisso. Essa criançada ouvia eles pra fazer o que faz.


Fonte: Blog Van do Halen

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quando você achava que Justin Bieber era o nosso maior problema...

A musica se tornou uma 'fábrica de clichês', na mão dos jovens "musicos", quando eu achava que a Justin Barbie era a pior coisa que podia ter me acontecido pareceu uma tal de Rebecca Black:



Letra fraca, ritmica feliz, artista teen, uma participação especial dos caras do 'hip hop'... pronto! o que temos? A famosa musica fabricada!
Imagine a reação que eu tive quando me mandaram esse video.
eu sou totalmente revoltado com tal coisa. Pois a mídia é para todos, a musica é para todos, mas existem pessoas que se esforçam para ter uma boa musica, bons videos, e etc.
Até que aparecem uns qualquer por ai, e dizem: "Vamo mamãe, convida minhas amigas, eu quero fazer um video clipe"
Como eu já tinha dito antes sobre Justin Bieber: "Alguem que tenha um QI equivalente a de um Giz de cerâ, não é capaz de fazer boa musica"
até ai tudo bem, até que me aparece essa aqui:



Reação de Charlie Harper após ouvir essas musicas:



Sinceramente... PAREM A INTERNET!!!

domingo, 10 de abril de 2011

Sempre estamos envolvidos nessas coisas... porque?

A tragédia ocorrida no Rio de Janeiro, com a morte daquelas crianças por um homem com atitudes totalmente psicopátas chamado Wellington Menezes de Oliveira, foi simplesmente uma forma de mostrar que a raça humana irá demorar para curar esse cancêr.

Me refiro como um 'Cancêr' porque a raça humana ainda não entendeu que não se pode colocar grupos sociais isolados para explicar atitudes idiotas como essa:



O ser humano não precisa de drogas, ou de bebida, ou de rock n roll, para matar 12 crianças inocentes, pois esse veneno se esconde dentro de cada individuo. E se ele escolheu usar esse veneno contra crianças inocentes, ele foi fraco o bastante para ter essa atitude imbecil, e ainda se matar depois. Pois te garanto que se ele continuasse vivendo a sociedade iria fazer o trabalho de mandar ele para um lugar mais profundo.

Agora vem a critica...

Eu sempre odiei esse sensacionalismo, pois ele começam a colocar tópicos extras nessas histórias, e acabam jogando a 'batata quente' para cima de alguem, ou de milhares. Não seria mais simples falar que a "porra dessa sociedade criou esse monstro?"

Não vou proteger esse monstro, pois todo ser humano faz suas escolhas, e se ele escolheu ser um imbecil (que é uma escolha bem simples), ele fez essa escolha e se esforçou nisso.

Beijos para os inteligente.

quinta-feira, 10 de março de 2011

terça-feira, 8 de março de 2011

10 albuns essenciais para os amantes de Power Metal

Lista produzida pelo blog "ocaralhoa4.blogspot.com/"


10. Vendetta - Celesty (2009)

Vindo da Finlândia, o Celesty é uma banda relativamente nova, mas que com o passar dos anos vem lançando álbum bom atrás de álbum bom. Só que foi em Vendetta, o quarto álbum do grupo, que esses caras chegaram ao seu ápice. O álbum é ótimo desde a primeira nota da introdução até o último acorde da épica "Legacy Of Hate". Aqui a banda nos brinda com velocidade, peso, virtuosidade e feeling, ou seja, um PUTA DISCO. Destaques para a incrível "Euphoric Dream" e para a poderosa dupla de guitarristas. Vendetta foi um álbum conseguiu me conquistar logo na primeira audição, e digo uma coisa: fará o mesmo com vocês.

9. Gather The Faithful - Cain's Offering (2009)

Não me canso de falar sobre este álbum, tanto é que já o citei em uns 3 outros posts aqui do blog. Pois bem, pra quem ainda não sabe, Cain's Offering é o projeto que Jani Liimatainen criou depois que saiu do Sonata Arctica, e Gather The Faithful é seu primeiro e único lançamento. O álbum também conta com a presença de nomes como Timo Kotipelto (Stratovarius) e Mikko Härkin (ex-Sonata Arctica). Aqui teríamos o típico Power Metal finlandês, se não fosse por um pequeno detalhe: a imaginação criadora de Jani, que simplesmente acabou com tudo. O álbum consegue mesclar Power Metal com os mais variados estilos, que passam pelo Hard Rock, Death Metal, Pop e até Metal Sinfônico. A produção foi perfeita, mas mesmo que não fosse, esse álbum tem qualidade o suficiente para se tornar clássico, a única coisa que faltou foi um pouco de divulgação.

8. Devil's Ground - Primal Fear (2004)

Quando Ralf Scheepers saiu do Gamma Ray, ele fundou o Primal Fear junto com Mat Sinner e continuou fazendo o seu Power Metal. Mas aqui temos uma diferença básica: o peso. Caras, na boa, Primal Fear é a banda de Power Metal mais pesada que eu conheço. Tem uma cozinha matadora, guitarras MUITO distorcidas e Ralf continuou chutando bundas. Desde o início, a banda lançou jóias com certa regularidade, então ficou difícil escolher um álbum, mas escolhi "Devil's Ground" por dois fatores: a produção - que é perfeita - e a música de abertura, que é simplesmente um hino, uma música pra qualquer headbanger levantar o punho e bater a cabeça o/. Então, se você procura algo básico, rápido e pesado, eis seu álbum...

7. Symphony of Enchanted Lands - Rhapsody (1998)

Quando se pensa em Power Metal Sinfônico, qual a primeira banda que nos vem a cabeça? Se você disse Rhapsody, parabéns, és um poser que gosta de música repetitiva (risos). Brincadeiras a parte, o Heavy Metal está dividido entre antes de depois de Rhapsody e podem reclamar o quanto for. Não, isso não é exagero, já que hoje TUDO o que ouvimos dentro do metal que tenha tecladinhos ou linhas sinfônicas (ou seja, 90% dos lançamentos) foi influência desses italianos aqui. "Symphony Of Enchanted Lands" é o álbum que realmente firmou o grupo e não existe outro adjetivo para descrevê-lo senão "épico". Então peguem sinfônias e arranjos épicos, junto com letras épicas e coros épicos e terão um dos melhores álbuns de Power Metal já lançados.

6. Land Of The Free - Gamma Ray (1994)

É claro que não poderia falta um álbum do Gamma Ray aqui. Mas eu estava com uma dúvida do caralho entre o álbum de estreia da banda ("Heading for Tomorrow" [1990]) ou o seu maior sucesso comercial e primeiro álbum com Kai Hansen nos vocais. Em dúvida entre o poderoso vocal de Ralf Scheepers ou o surto de inspiração de Kai em 1994. Bom... A inspiração ganhou, e ganhou com todos os méritos, pois mesmo com certa limitação vocal, Kai pariu uma das maiores pérolas do Heavy Metal, já que o álbum tem de tudo que um clássico necessita: uma banda afinadíssima, produção impecável e composições que simplesmente chutam bundas. Só a faixa de abertura já vale um disco todo, mas ainda temos a gloriosa faixa título, mais músicas bombásticas, uma balada matadora além de termos a chance de ver Kai e Kiske juntos novamente (;

5. Crimson Thunder - Hammerfall (2002)

Lembram que eu disse que Blind Guardian era um dos principais responsáveis pelo Power Metal ser considerado um gênero de gordos tetudos amantes de RPG? Pois bem, pegue 40% dessa "culpa" e coloque na conta dos caras do Hammerfall. Pois afinal, fazer shows com armaduras e espadas, é dose :D Mas falando do que importa, musicalmente o Hammerfall dispensa qualquer tipo de comentários, pois fazem um Heavy Metal com extrema competência, calcado em melodias e temas épicos, responsáveis, em parte, pelo renascimento do metal no final dos anos 90. O álbum definitivo da banda é esse aqui, lançado em 2002 e se tornando uma das jóias do gênero. Crimson Glory trás músicas que podem ser consideradas até simples mas que conquistam justamente pela verdade apresentada pela proposta grupo (vide "Riders Of The Storm").

4. Winterheart's Guild - Sonata Arctica (2003)

Sou meio suspeito para falar sobre Sonata Arctica, afinal é minha banda preferida. O grupo sempre teve uma legião fiel de fãs, mas também foi um dos mais massacrados pelas críticas. No começo por parecer demais com Stratovarius e depois por evoluir musicalmente para um estilo novo, ainda não tocado por ninguém. De qualquer forma, eu escolhi "Winterheart's Guil" por mostrar a banda no seu ápice enquanto tocava Power Metal. Aqui temos tudo de melhor que o Sonata Arctica sabe fazer, desde músicas extremamente velozes até às mais lindas baladas do mundo metálico. Foi nesse disco que a banda começou a explorar um lado mais experimental, como na música "Broken", além de mudanças no andamento das canções. Outro fato especial e que deixa esse disco ainda mais foda, é o fato do gênio Jens Johansson comandar os solos de teclado em algumas músicas.

3. Nightfall In Middle Earth - Blind Guardian (1998)

Se hoje em dia, o Power Metal é conhecido como gênero de nerds gordos amantes de RPG, grande parte da culpa é do Blind Guardian. A banda do Sr. Kürsch é uma das maiores dentro do Power Metal, e, se me permitem dizer, com as composições mais complexas do gênero. Suas músicas inspiradas nas obras de Tolkien conquistaram nerds e metidos a "cult" mundo a fora. Mas brincadeiras a parte, a qualidade musical do Blind Guardian é indiscutível, e Nightfall In Middle-Earth é considerado o melhor álbum da banda por 9 entre 10 fãs. O disco narra a história do livro "O Silmarillion" (J.R.R Tolkkien) com perfeição, até mesmo com algumas falas da obra do escritor inglês. O instrumental é típico do Blind Guardian, com passagens sinfônicas, instrumentais e progressivas, com um show de riffs e os vocais precisos de Hansi.

2. Visions - Stratovarius (1997)

Stratovarius sempre foi unanimidade entre os fãs de Power Metal. A banda é uma das veteranas do estilo e a principal responsável por popularizar o Power Metal Melódico, com bateria, guitarra e baixo na velocidade da luz. Visions é o álbum definitivo da banda, o álbum que os colocou no hall dos Metal God's. O álbum joga na cara do ouvinte uma banda técnicamente perfeita, que faz músicas de uma qualidade inquestionável com todas as características que fizeram do Power Metal um dos gêneros mais populares do Metal. No disco, encontramos clássicos como "Black Diamond", "The Kiss Of Judas", "Forever Free" e "Paradise". Ou seja, indispensável para alguém que realmente curte Power Metal.

1. Keeper of the Seven Keys Part I e II - Helloween (1987/1988)

Como não podia ser diferente, a primeira posição é do Helloween, a banda criadora do estilo. Antes de mais nada, não seria possível citar aqui apenas um dos dois Keeper's, pois ambos fazem parte da mesma obra e apresentam a banda em sua melhor fase, com a mistura perfeita entre Heavy Metal, melodia e temas épicos. Na época, o jovem Michael Kiske destroçava tudo com seu poderoso vocal e estilo único de cantar (coisa que hoje em dia é um clichê chato pra porra nas demais bandas). As guitarras de Kai Hansen e Michael Waikath eram, talvez, as mais entrosadas do mundo e nos brindaram com solos, riffs e composições que se tornariam clássicos instantâneos, como "Eagle Fly Free", "I Want Out", "Dr. Sten" e a épica "Halloween".

segunda-feira, 7 de março de 2011

Blood & Metal



Para fãs da série de games, God Of War.

Esse album, titulado "God Of War : Blood & Metal", trouxe musicas esmagadoras, de bandas mais esmagadoras ainda.

o Album começa com "My Obsession" da banda Killswitch Engage (musica postada no post anterior)
fez com que essa música mostrasse a parte humana de Kratos (protagonista do game), exibindo seus sentimentos pela esposa. De qualquer forma, o som consegue ser pesado e transmitir o amor verdadeiro de Kratos, que na verdade, é uma 'obsessão'. O instrumental é incrivelmente bom, com aquelas pegadas de metalcore, com um sistema técnico de mathcore, muito boa essa banda. Perfeito.

segunda faixa é Shattering The Skies Above da banda Trivium, Fala como o lado humano de Kratos some após o amor de sua vida e sua filha ter morrido em sua frente, a idéia dessa musica é a explosão vingativa de kratos, ódio, e tudo mais, eu particularmente sou fã da banda, os caras são muito bom no que fazem, e o vocalista alem de ser um ótimo guitarrista, ele controla duas tonagens vocais excelentes.

A terceira faixa "Raw Dog" do Dream Theater, que chutou muitas bundas!! Varias bundas!!
essa instrumental é muito poderosa!! nessa instrumental a banda tinha o dever de dizer em musica como seria Kratos em ação. A dica que eu dou é ouvir essa musica, matando muito em God Of war... ai chegará numa conclusão de que seria mais ou menos assim!
essa musica me deu a sensação de ter caido de um predio de 50 andares com uma espada na mão, ter caido em pé na aterrissagem, e matado 500 pagodeiros em fúria!

A quarta faixa "This is Madness" da banda Taking down, essa musica fala da insanidade de Kratos, ou seja, em palavras e musica, como seria seus atos, pois por mais que seja daquela forma, ele age por puro impulso e loucura, sem falar na parte tecnica, porque a musica é incrivelmente cheia de tecnica, pois os musicos dessa banda, acustumados ao heavy metal, fizeram algo misturado com o prog metal, que tornou a musica digna de estilo.

A quinta faixa "The Throat Of Winter" da Banda Opeth, não seria surpresa eu falar que estou "Surpreso", pois uma banda de Extreme Progressive Metal, com tanta versatilidade sonora assim merece um prêmio, essa musica em teoria seria um flashback do passado de kratos, e essa balada quebra totalmente o clima do peso do album, para mostrar um pouco de sentimento e conciência do protagonista. Os violões dessa musica são muito bem posicionados, e o vocalista mostrando o que pode fazer em seus tons limpos com os seus vocais, ele brinca com os tons, e a musica é cheia de surpresas, cheios de solos flamencos e... o resto vocês mesmo podem conferir! sem falar, que para quem conhece OPETH, sabe muito bem que o estilo da banda é surpreendente.

A sexta Faixa "The End" da banda Mutiny Within, o que o próprio titulo diz, isso sim... seria "O Fim", o fim da história de Kratos. Chega de besteira e baixem logo esse album:

http://www.megaupload.com/?d=MZZTW6KF


E confira essas 6 bandas esmagadoras!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Metal... Ideologia!



Segundo a wikipédia ideologia é:


um termo que possui diferentes significados e duas concepções: a neutra e a crítica. No senso comum o termo ideologia é sinônimo ao termo ideário (em português), contendo o sentido neutro de conjunto de ideias, de pensamentos, de doutrinas ou de visões de mundo de um indivíduo ou de um grupo, orientado para suas ações sociais e, principalmente, políticas. Para autores que utilizam o termo sob uma concepção crítica, ideologia pode ser considerado um instrumento de dominação que age por meio de convencimento (persuasão ou dissuasão, mas não por meio da força física) de forma prescritiva, alienando a consciência humana.

Alguns até acham que é modismo, o que esquecem que modismo é uma tendência de comprar, fazer, falar, e ser o que todos são no momento, ou seja, um indivíduo sem idéias fortes, vê ‘indivíduos’ sendo todos do mesmo jeito (Mesmas roupas, mesmo corte de cabelo, mesmo jeito de falar e etc), e como estão começando as gostar desse tipo de indivíduo, o indivíduo fraco e sem opnião própria, faz tudo para ser igual a massa, então ele será adorado pela massa do mesmo estilo.

Um Headbanger tem opnião, as vezes 'assassina', mas tem opnião.

somos o que menos seguimos tendências, indiferente de algumas tribos, que eu quis fazer questão de achar tais exemplos para comentar:

Vamos lá, começamos com emos:



'Fresno' é um exemplo clássico, além de ser um nome de uma cidade na califórnia, não preciso citar seus "atributos"

outro exemplo classico:



Se olhar rapidamente você pode achar que é um arco-iris, mas não, é o Restart (ou melhor, como eles mesmo se chamam "A Restart"), alem de roubar o estilo do Tchiririca, que nada fez em questão disso, mas estão ai, explodindo em "sucesso" no nosso pais, e ninguem tambem fez nada em relação a isso.

Desculpe pela imoralidade, mas eu queria fazer polêmica nessa aqui:



Prova-se serem imorais, tanto coloridos, tanto sem roupa alguma...


Mas depois de alguns tempos nasceram algumas raças híbridas, que começaram a serem chamadas de "Playssons"



Não sei dizer quais eram seus Gêneros anteriores, mas um Playsson parece uma fusão de Emo com "Oqueosatanásnãoqueriadentrodoinferno" algo assim.

A imagem abaixo vai mostrar uma variação comum de playssons, que se acham "Traficantes", são sempre vistos por ai, mas eles não vivem muito, pois morrem de câncer dois anos após a sua 'mutação', pois a mistura é tão potente que eles acabam não sobrevivendo tanto tempo.



Pois é, eu sei que apelei em alguns comentários, mas nada é tão incrivel de pensar, que a Ideologia que eu aderi, tem uma rica história, e tem mais cultura que muita "sub-classe" maligna de variações alternativas do nosso pais.

Um viva aos Headbangers \m/